terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
ISOPOR TAMBÉM ENTRA NA LISTA DOS RECICLÁVEIS
A máquina recicla cerca de 300 toneladas por mês, quantidade que ajuda a salvar cerca de 5 mil árvores. “A matéria-prima substitui a madeira ao ser usada para fazer molduras para quadros, sancas, rodapés, réguas e brinquedos”, diz Michaltchuk. O material reciclado também é usado como insumo para concreto leve e solado plástico para calçados. Só não pode ser reaproveitado para embalar alimentos.
UTILIZAÇÃO
Segundo informações da entidade socioambiental Plastivida, o isopor é uma marca comercial para dois tipos técnicos de produtos: o poliestireno expandido (EPS), usado para a fabricação de caixas de acondicionamento e embalagens protetoras, e o poliestireno extrusado (XPS), uma espuma mais rígida, usada para fazer bandejas e copos. A proprietária da marca isopor é da empresa Knauf.
O material pode ser reciclado de três formas. A reciclagem mecânica transforma o produto em matéria prima para a fabricação de novos produtos. A energética usa o poliestireno para a recuperação de energia, devido ao seu alto poder calorífico. Já a reciclagem química reutiliza o plástico para a fabricação de óleos e gases. O material também tem sido utilizado no isolamento térmico de edifícios. Ao ser queimado em usinas térmicas para a geração de energia, o poliestireno se transforma em gás carbônico e vapor d’água. Por isso, sua fabricação não apresenta nenhum risco à saúde humana nem ao meio ambiente. O isopor não é solúvel em água, não contamina alimentos, não causa danos à camada de ozônio, pois não contém gás clorofluorcarbono, o CFC, e o seu processo de fabricação consome pouca energia. (JK)
PASSO A PASSO
1- As embalagens são recolhidas pela coleta seletiva ou pelos catadores e encaminhadas à usina de reciclagem de Campo Magro.
2- O material passa pela máquina de reciclagem, o gás de sua composição é retirado e o isopor é compactado em fardos ou transformado em tarugos (com formato de um pão) para ser transportado para a cidade de Braço do Norte, em Santa Catarina, sede da Santa Luzia Molduras.
3- O material compactado passa por um segundo processo de reciclagem. O poliestireno é triturado, derretido, granulado e volta a ser matéria-prima para a fabricação de novos produtos.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
QUASE 33% DOS CASOS DE DENGUE NO PARANÁ ESTÃO EM MARINGÁ
Maringá também é a cidade do Paraná que mais tem casos de dengue tipo autóctone, ou seja, pessoas que contraíram a doença dentro da cidade. São 44 casos deste tipo. Os outros 64 casos de dengue no Paraná foram contraídos em outro Estado.
Nos dados apresentados no boletim da Secretaria da Saúde do Paraná, que leva em consideração as notificações realizadas até 2 de fevereiro, das 22 Regionais de Saúde do Estado, sete apresentaram casos autóctones. Atrás de Maringá estão: Foz do Iguaçu, com 20 e Londrina com 14. Toledo teve apenas um, mas registrou nove casos importados.
“Precisamos agir coletivamente e individualmente para evitar que a doença se prolifere no Paraná. Com o clima propenso para a proliferação do mosquito e locais com alto índice de infestação do aedes aegypti devemos ficar em estado de alerta”, afirmou o secretário da Saúde, Gilberto Martin.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
CONCURSO PARA RECENSEADOR DO IBGE
Os contratados terão direito a receber remuneração por produção, 13º salário e férias proporcionais aos dias trabalhados. São reservadas 5% do total das vagas a candidatos portadores de necessidades especiais.
As contratações devem acontecer a partir de 26 de julho. De acordo com o edital de abertura, a previsão de execução dos trabalhos é de até cinco meses. Os contratos terão duração de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por igual período, dependendo da necessidade do trabalho.
As inscrições poderão ser efetuadas entre 26 de fevereiro e 4 de abril, pelo site da Fundação Cesgranrio. Também serão aceitos cadastros presenciais entre 26 de fevereiro e 19 de março, nos postos de inscrição onde deseja trabalhar. O valor da taxa de inscrição é de R$ 18.
O processo seletivo será feito em duas partes: provas objetivas e treinamento. A primeira deve acontecer no dia 30 de maio. O edital de abertura foi divulgado a partir da página 118 na terceira seção do Diário Oficial da União.
CONTORNO NORTE II

Em 2 de setembro de 2009, você viu aqui neste blog, que a construção encontrava-se assim:

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
JARDIM SEMPRE EM MANUTENÇÃO
No entanto, a manutenção constante é fundamental para manter um jardim sempre repleto de flores. Temperatura, incidência de chuvas, condições de luminosidade e espaço devem ser considerados na hora de escolher a variedade. Além disso, é preciso diversificar e optar por espécies com floradas em diferentes épocas do ano.
O jardineiro José Marcolino de Freitas explica que é preciso observar o local e a incidência de luz ao longo do dia. Entre as espécies que se adaptam melhor à região de Maringá estão a Gazania, Torenia, Érica, Ecsória, Roseira e Agapantos, que são resistentes às altas temperaturas. Freitas indica que essas espécies são conhecidas como “plantas de forração”, ideais para jardins rasteiros e coloridos.
Entre os cuidados necessários para essas espécies está a adubação constante. O ideal é que a manutenção ocorra mensalmente. “Se for realizada de forma adequada, é possível manter um jardim florido na maior parte do ano”.
Para evitar a proliferação de fungos nas plantas, o jardineiro recomenda uma irrigação em horários específicos. “Em dias longos de verão, a irrigação deve ocorrer no máximo até às 17 horas. No inverno, ou em dias curtos, a irrigação só deve ser realizada no período da manhã. A umidade das plantas durante a noite facilita o surgimento de pragas”, atenta Freitas.
Além do horário, é preciso estar atento aos locais onde estão as flores e à temperatura. “Lugares descampados devem receber irrigação até três vezes por dia, especialmente em dias de calor”.
Outra técnica importante para uma florada bonita é a “poda da primavera”, que deve ser realizada no período de repouso vegetativo das plantas, que corresponde às estações de outono e inverno. Além disso, Freitas orienta que a poda deve ser realizada sempre que a floração terminar, eliminando ramos secos, com cortes próximos ao caule, para estimular a próxima florada.
Para evitar a proliferação de fungos nas plantas, o jardineiro recomenda uma irrigação em horários específicos. “Em dias longos de verão, a irrigação deve ocorrer no máximo até às 17 horas. No inverno, ou em dias curtos, a irrigação só deve ser realizada no período da manhã. A umidade das plantas durante a noite facilita o surgimento de pragas”, atenta Freitas.
Além do horário, é preciso estar atento aos locais onde estão as flores e à temperatura. “Lugares descampados devem receber irrigação até três vezes por dia, especialmente em dias de calor”.
Outra técnica importante para uma florada bonita é a “poda da primavera”, que deve ser realizada no período de repouso vegetativo das plantas, que corresponde às estações de outono e inverno. Além disso, Freitas orienta que a poda deve ser realizada sempre que a floração terminar, eliminando ramos secos, com cortes próximos ao caule, para estimular a próxima florada.
LIMPEZA PERIÓDICA EVITA DOENÇAS
Uma caixa d’água que não recebe um tratamento de limpeza periódica pode abrigar insetos e até pequenos animais no fundo do depósito. A Sanepar alerta que a sujeira pode provocar contaminações e doenças, desde as mais simples até as mais sérias como infecções. A recomendação da Sanepar é que caixa d’água seja limpa a cada seis meses.
Para fazer a limpeza são necessários um balde, dois panos limpos, uma esponja ou escova (não pode ser de aço), uma colher de sopa, uma pá de plástico e água sanitária.
Nunca utilize sabão, detergente ou outro produto de limpeza para lavar a caixa. Use apenas água sanitária.
Procedimentos para lavagem
Feche o registro de entrada ou amarre a boia da caixa. Esvazie a caixa, deixando um palmo de água, e feche a saída com um tampão ou pano.
Lave as paredes e o fundo da caixa com uma esponja ou escova. Abra a saída da caixa para que escorra a água.
Com o auxílio do balde e da pá de plástico retire a água e os resíduos que sobrarem.
Abra o registro de entrada de água e encha a caixa até a metade de sua capacidade. Feche novamente o registro e também a saída da caixa. Adicione água sanitária e com um pano ou escova lave outra vez as paredes.
Água sanitária
1000 litros - 20 colheres de sopa.
500 litros - 10 colheres de sopa.
250 litros - 5 colheres de sopa.
Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/234489
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
VOCÊ SABIA QUE ...
VOCÊ SABIA QUE a água subterrânea apresenta algumas propriedades que tornam o seu uso mais vantajoso em relação à água dos rios?
VOCÊ SABIA QUE as águas subterrâneas são aproximadamente 100 vezes mais abundantes que as águas superficiais dos rios e lagos, constituindo-se em importantes reservas de água doce?
VOCÊ SABIA QUE a população atual na área de ocorrência do Aqüífero Guarani está estimada em aproximadamente 29,9 milhões de habitantes?
VOCÊ SABIA QUE o Brasil possue a maior área do Aqüífero Guarani? E que o nosso Estado, o Paraná, tem 65,9% da sua área sobre o aqüífero?
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
QUALIDADE DO AR NA PISTA DO PARQUE DO INGÁ É BOA PARA EXERCÍCIOS
A qualidade do ar e o nível de ruído no entorno do Parque do Ingá, local preferido dos maringaenses para a prática de exercícios físicos, especialmente nesta época do ano, são boas e não oferecem riscos à saúde humana.A pedido de O Diário, o professor de Geografia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Jorge Villalobos, mediu as emissões de monóxido de carbono no local e constatou que, apesar do crescente número de veículos na região, a maior concentração encontrada foi de 0.04 partes por milhão (PPM).
O monóxido de carbono, emitido pelos veículos, não tem odor, porém é altamente tóxico, podendo matar em segundos dependendo da concentração. Uma exposição a 2 mil PPM durante uma hora, por exemplo, resultará em perda de consciência. Mesmo em concentrações baixas, de 0,20 ou 0,30 PPM, podem ser prejudiciais se a pessoa ficar exposta por várias horas, explica o médico pneumologista Reynaldo Bronivi, mas esse não é o caso nas imediações do parque.
Quando ao nível de ruído, ele oscilou sempre abaixo de 80 decibéis, que pode ser desconfortável, mas não é prejudicial. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que o barulho começa a se tornar ruído para o ouvido humano a partir de 70 decibéis e que apenas acima de 85 decibéis – o equivalente ao ruído de um liquidificador ligado – começa a danificar os mecanismos de audição. “Para isso, é necessário que seja um barulho constante, o que não é o caso ao redor do parque”, explica Villalobos.
MARINGÁ EM ALERTA COM A DENGUE
Depois do Natal e do Ano Novo sem Dengue, a Secretaria de Saúde do município realiza no momento as Férias sem Dengue e prepara a Volta às Aulas e o Carnaval sem Dengue. Nardi lembra que mesmo diante de campanhas ininterruptas há 10 anos ainda existem pessoas que deixam água parada dentro de casa, e que é preciso buscar meios de convencer toda a comunidade a participar.
As áreas mais críticas de Maringá, de acordo com o último levantamento de índice, conforme mostra o mapa, são os bairros Champagnat, Oásis e Pinheiros com 13,5%; Mandacaru, Hortência e Montreal com 7,2%; Alvorada, Alvorada II e III e Ebenezer com 5,4%; Cidade Nova, Cidade Jardim, Real e Laranjeiras com 4,2%; Aeroporto, Vila Nova, Porto Seguro, Cidade Alta e Tarumã com 4,1%; Alvorada III, Morangueira e Lea Leal também com 4,1% e Requião, Paulista, Karina, América e Parigot de Souza com 3,6%. Todas áreas de alto risco. Com médio risco aparecem os bairros Borba Gato, Itaipu e região da Cocamar com 2,8%; Centro com 2,8%; Operária e Zona 8 com 2,5% e Zonas 4 e 7 com 2%; Grevíleas, Herman Moraes de Barros, Quebec e Posto Duzentão com 1,7%; Iguatemi, Santa Terezinha e São Domingos com 1,6%; e Parque da Gávea, Cemitério, com Zona 5, Fim da Picada e região com 1,3%.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
DEFESA CIVIL: assistindo as populações atingidas por calamidade pública em todo território nacional

A cor azul traduz a tranqüilidade, o equilíbrio e a serenidade com que age a Defesa Civil.
As duas mãos estilizadas envolvendo o triângulo figuram o amparo, o carinho, o amor, e o cuidado.
A cor laranja é a cor oficial da simbologia internacional da Defesa Civil e significa o calor humano e a solidariedade .
COMO CONTACTAR A DEFESA CIVIL
Em cada um desses problemas você conhecerá um pouco melhor o que é o desastre em si, os danos e perguntas frequentes.
E atenção!
No Paraná o contato com a defesa civil pode ser feito das seguintes formas:
Telefones: (41) 3350-2574 / 2707 / 2609 / 2608 / 2607Fax: (41) 3254-7744
O OBJETIVO DA DEFESA CIVIL
A Secretaria Nacional de Defesa Civil - SEDEC, no âmbito do Ministério da Integração Nacional, é o órgão central deste Sistema, responsável por coordenar as ações de defesa civil, em todo o território nacional.
A atuação da defesa civil tem o objetivo de reduzir desastre e compreende ações de prevenção, de preparação para emergências e desastres, de resposta aos desastres e de reconstrução, e se dá de forma multissetorial e nos três níveis de governo – federal, estadual e municipal - com ampla participação da comunidade.
A ação organizada de forma integrada e global do SINDEC proporciona um resultado multiplicador e potencializador, muito mais eficiente e eficaz do que a simples soma das ações dos órgãos que o compõem.
Todos os órgãos do SINDEC têm atribuições, mas a atuação do órgão municipal de defesa civil, Coordenadoria Municipal de Defesa Civil – COMDEC é extremamente importante, tendo em vista que os desastres ocorrem no município.
O município deve estar preparado para atender imediatamente a população atingida por qualquer tipo de desastre, reduzindo perdas materiais e humanas, fato que constatamos diariamente pela mídia. Daí a importância de cada município criar a sua COMDEC.
Há uma grande diversidade de desastres naturais, humanos e mistos, conforme classificação adotada pelo Sistema Nacional de Defesa Civil e aprovada pelo Conselho Nacional de Defesa Civil, a Codificação de Desastres, Ameaças e Riscos – CODAR.
A realidade brasileira, neste contexto de desastres, pode ser caracterizada pela freqüência dos desastres naturais cíclicos, especialmente as inundações em todo o País, seca na região Nordeste e um crescente aumento dos desastres humanos, devido ao crescimento urbano desordenado, às migrações internas e ao fenômeno da urbanização acelerada sem a disponibilidade dos serviços essenciais.
Num cenário de extensão continental, com cerca de 8,5 milhões km2, 7.367 km de litoral banhado pelo Oceano Atlântico e 182 milhões de habitantes, o Brasil apresenta-se com características regionais de desastres, onde os desastres naturais mais prevalentes são:
Região Norte - incêndios florestais e inundações;
Região Nordeste - secas e inundações;
Região Centro-Oeste - incêndios florestais;
Região Sudeste – deslizamento e inundações;
Região Sul – inundações, vendavais e granizo.
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
O QUE É UM ESTADO DE CALAMIDADE PÚBLICA?
Desastre - Resultado de eventos adversos, naturais ou provocados pelo homem, sobre um ecossistema vulnerável, causando danos humanos, materiais e ambientais e conseqüentes prejuízos econômicos e sociais.
Como saber se é uma situação de emergência ou estado de calamidade pública?
Para a caracterização da Situação de Emergência ou de Estado de Calamidade Pública, faz-se necessário analisar os fatores preponderantes e os fatores agravantes.
Os critérios preponderantes estão relacionados com a intensidade dos danos (humanos, materiais e ambientais) e a ponderação dos prejuízos (sociais e econômicos). Para esta análise, não servem os critérios absolutos, baseados na visão subjetiva da pessoa. Não servem os modelos matemáticos, pois a realidade é extremamente complexa, com inúmeras variáveis relacionadas com o fenômeno e com o cenário e a vulnerabilidade das pessoas e instalações expostas, que interferem no impacto do desastre.
Nessa avaliação, buscam-se critérios relativos, que levam em conta o impacto sob a ótica da coletividade. É mais importante que pessoal, além de ser mais precisa, útil e racional. Pois do ponto de vista da pessoa atingida, todo desastre tem a mesma importância, avaliação que não deve ser considerada para classificá-lo.
Há que se fazer a análise das necessidades relacionadas com todos os recursos: humanos, materiais, institucionais e financeiros, comparando com a análise das disponibilidades relacionadas com esses mesmos recursos. Recomenda-se a análise de uma equipe técnica especializada.
A declaração de situação de emergência ou estado de calamidade pública é competência do Governador do Distrito Federal ou do Prefeito Municipal (Art. 17 do Decreto nº 5.376 de 17 de fevereiro de 2005) e é feito mediante decreto.
Como se declara situação de emergência?
Por meio de um Decreto de Declaração de Situação de Emergência. (Modelo de Decreto para a Declaração de Situação de Emergência )
Quando se declara situação de emergência?
Quando da ocorrência de desastre natural, humano ou misto, em uma área do município, determinando a necessidade do prefeito declarar situação de emergência ou estado de calamidade pública, para ter efeito "na alteração dos processos de governo e da ordem jurídica, no território considerado, durante o menor prazo possível, para restabelecer a situação de normalidade".
A decretação de situação de emergência ou de estado de calamidade pública não é e não deve ser feita com o objetivo único de recorrer aos cofres do Estado ou da União, para solicitar recursos financeiros.
fONTE: WWW.DEFESACIVIL.GOV.BR
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
HAITI: PAÍS MAIS POBRE DE TODO O MUNDO OCIDENTAL

Os idiomas adotados no Haiti são o francês e o créole. Noventa e cinco porcento da população é negra, sendo os 5% restantes mulatos e brancos. Ainda que haja uma força de trabalho estimada em 3,6 milhões, há escassez de mão-de-obra qualificada, e o índice de analfabetismo é de 47,1%. O Haiti sofre com uma altíssima taxa de desemprego e subemprego; mais de dois terços da população em empregos informais.
É a nação mais pobre do continente americano e apresenta uma das mais elevadas densidades populacionais do mundo (299,27 habitantes por km2).
Atualmente sua economia encontra-se destroçada e em ruínas. O país permanece extremamente pobre, sendo o mais pobre da América e de todo Hemisfério Ocidental.
FONTE: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/haiti/haiti.php
TERREMOTO NO HAITI

Aconteceu no limite norte da placa das Antilhas com a placa norte-americana. O epicentro foi pouco profundo e provocará muitos danos. Para um tremor de deslocamento não é uma profundidade anormal. Os sismos de deslocamento podem liberar grandes energias.
O terremoto foi superficial e também aconteceu no meio da cidade, portanto, forçosamente trará enormes danos. As construções são certamente muito precárias e não necessariamente de boa qualidade.
fONTE: http://noticias.r7.com/internacional/noticias/saiba-por-que-terremoto-no-haiti-foi-devastador-20100113.html
TERREMOTO NO HAITI 2
Segundo Roger Searle, professor do Departamento de Ciências Geológicas da Universidade de Durham, na Grã-Bretanha, a energia liberada pelo tremor foi equivalente à explosão de meio milhão de toneladas de dinamite.
A Cruz Vermelha Internacional estima que até 3 milhões de pessoas tenham sido afetadas pelo terremoto.
CÂMERA DE SEGURANÇA MOSTRA MOMENTO DO TERREMOTO NO HAITI
fONTE: http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/01/14/ult5022u4567.jhtm
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Os ciclones são tempestades com ventos fortes, que surgem sobre mares quentes. Com o movimento de rotação da Terra, o ar da parte de cima da nuvem gira em uma direção e o da parte de baixo em outra. O vento forma o ciclone.

A concentração de poluentes pode formar nuvens muito densas
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE CHUVA E CHUVISCO?
Chuva fraca: precipitação entre 1,1 mm e 5,0 mm por hora ou 0,8 mm em 10 minutos
Chuva moderada: precipitação entre 5,1 mm e 60 mm por hora ou 6 mm em 10 minutos
Chuva forte: precipitação acima de 60 mm por hora ou de 10 mm em 10 minutos
Chuva inapreciável: traço de precipitação cuja quantidade não pode ser registrada nos pluviômetros por não ser acumulada ou por ter desaparecido por evaporação
Chuvisco fraco: precipitação inferior a 0,3 mm por hora. Visibilidade superior a 1.000 metros
Chuvisco moderado: precipitação entre 0,3 mm e 0,55 mm por hora. Visibilidade entre 500 e 1.000 metros
Chuvisco forte: precipitação superior a 0,55 mm por hora. Visibilidade inferior a 500 metros
Chuvisco inapreciável: chuva composta de gotículas finas, leves e pequenas que ocasionalmente flutuam no ar. Quando atinge o solo, não o umedece completamente.
O autor também dá informações curiosas sobre o tempo. O diâmetro médio das gotas de chuva é de um a dois milímetros. Mas o Brasil bateu um recorde. Foi observada uma gota com diâmetro de um centímetro (10 mm). O recorde anterior (8,8 mm) foi verificado no Havaí em 1986.
"Essas supergotas foram registradas por equipamentos instalados em aviões de pesquisa que voavam por dentro de nuvens. Cientistas suspeitam que a formação de supergotas tenha relação com queimadas ocorridas no Brasil. Os pingos se formariam pela condensação de água em contato com partículas em suspensão na fumaça das queimadas", escreve Winograd.
Já a poluição das metrópoles, cada vez mais tomadas por veículos, é apontada como uma das razões de outro fenômeno: na costa atlântica dos EUA, a chance de chover nos sábados é 22% maior do que na segunda-feira, diz pesquisa da Universidade do Arizona.
"Partículas vão se acumulando no ar ao longo da semana, o que facilitaria a formação de nuvens e, consequentemente, a ocorrência de chuvas nos dias não úteis. Você não terá esse problema se morar no deserto do Atacama, no Chile, cuja média pluviométrica é de 0,76 mm. A região já ficou 14 anos sem chuva", informa o autor.
"(F)utilidades Mistérios do Dia-a-Dia Explicados"
Autor: Andrei Winograd
Editora: Matrix
Páginas: 184
Quanto: R$ 29,90
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha
domingo, 10 de janeiro de 2010
OCUPAÇÃO DO LITORAL AGRAVA OCORRÊNCIA DE CATÁSTROFES

Com atraso em relação a países desenvolvidos e a vizinhos latino-americanos, o decreto estabeleceu pela primeira vez os limites a serem respeitados das praias e outros ecossistemas, como dunas, falésias, costões, lagunas e manguezais.
O decreto regulamentou, 16 anos depois, o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC), criado em 1988.
Suas disposições são até "flexíveis" em demasia, na opinião do veterano geógrafo Dieter Muehe, professor aposentado da UFRJ que colaborou com o Ministério do Meio Ambiente na produção do "Macrodiagnóstico da Zona Costeira", série de mapas que localizam os pontos de risco nos 8.698 km do litoral do país.
Muehe critica o fato de a "linha do preamar [maré alta]" ser mencionada como um dos pontos a partir do qual pode ser contada a distância de 50 m entre as praias e as construções, nas áreas já urbanizadas. Nas regiões ainda sem urbanização, a distância fixada é de 200 m.
Segundo o geógrafo, a linha da maré alta é variável demais para servir como marco, ainda mais num litoral em que boa parte do fundo marinho tem baixa declividade, o que o torna mais sensível a eventual aumento do nível do mar. Na Grécia, a distância chega a 500 m. França, Turquia, Suécia e Noruega adotaram o limite mínimo de 100 m.
Foi nesse meio século que se ergueu a maioria das barbaridades, ignorando o hoje sacramentado princípio de que "a praia é a barreira mais eficiente para conter a ação das ondas" .
"Toda a ocupação foi intuitiva, feita com ignorância. Hoje devemos usar o conhecimento para errar menos", diz.
Além de Fortaleza e do Rio, Rosman cita maus exemplos nas orlas de Maceió, Aracaju, pedaços da praia da Boa Viagem, no Recife, onde há "edifícios com a onda no pé", e o trecho litorâneo do Paraná que vai de Matinhos a Paranaguá, "um convite ao suicídio coletivo", com o casario separado das águas do mar por ruas ou avenidas, protegidas por muros de concreto e pedra.
Ao contrário da areia, explica, que dissipa o efeito das ondas e vai sendo movimentada ao longo da praia, em ciclos que tendem à estabilidade, esses paredões refletem essa energia. A estrutura de suposta contenção acaba danificada e a praia, ainda mais erodida, com sua areia carregada para bancos submersos.
No caso das baixadas costeiras e sistemas de lagunas, jovens em termos geológicos, Rosman diz que os seguidos aterros e construções tendem a reforçar a tendência de rebaixamento desses terrenos.
Em estudo de 2007 sobre o litoral fluminense, ele sugeriu a retirada da população de áreas como essas, que seriam usadas para lazer em tempo seco e transformadas em "piscinões naturais" quando ocorressem marés altas e chuvas fortes, evitando o alagamento.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u677062.shtml
sábado, 9 de janeiro de 2010
SAIBA O QUE FAZER COM O LIXO DOMÉSTICO
Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.
Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.
A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
ALGUNS DADOS GEOGRÁFICOS DO MUNDO:
- 85% vivem em áreas urbanas do mundo em desenvolvimento
- população mundial aumenta 200.000 pessoas/dia
- 2 bilhões de pessoas desnutridas (6000 morrem ao dia)
- 1,3 bilhão de pessoas sem acesso a água
- 2,9 bilhões sem acesso a saneamento (5500 mortes/dia)
- 2,8 bilhões de pessoas em pobreza ou miséria absoluta
- 12% das pessoas nos países ricos em pobreza
- 33 milhões de norte-americanos vivem em pobreza
- 77 milhões de norte-americanos não tem acesso à saúde
- 500 mais ricos possuem o mesmo que 3,1 bilhões de pessoas
- 1% da população americana detém 73% das riquezas
Recursos hídricos
- consumo atual está 20% além da capacidade de reposição
- 90% da água potável para consumo humano está poluída
- 75% dos rios foram submetidos a intervenções e barragens
Desmatamento
- 66,7% das florestas tropicais foram destruídas
- 75% das florestas temperadas foram destruídas
- EUA e Europa destruíram 99% das suas florestas
- no mundo: 1 minuto = 21 hectares de florestas (42 campos de futebol)
- na Amazônia: a cada 10 segundos um campo de futebol é destruído
Desertificação do mundo
- 1 minuto = 50 toneladas de solo fértil levada pelo vento
- 1 minuto = 11,4 hectares de solo fértil vira deserto (23 campos de futebol)
- 21 milhões de hectares já não oferecem retorno econômico
Espécies animais
- 11 das 17 reservas pesqueiras oceânicas entraram em colapso
- em extinção: 25% dos mamíferos, 12% das aves, 25% dos répteis
FONTE:http://www.pick-upau.org.br/mundo/sma_oficinas_reciclagem/meio_ambiente_oficina_reciclagem.htm
ALGUMAS VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO VIDRO:
VEJA ALGUMAS ATITUDES QUE VOCÊ PODE DESENVOLVER PARA REDUZIR O IMPACTO DOS RESÍDUOS:
- Invista e apóie a coleta seletiva
- Produza e forneça produtos duráveis
- Cumpra a legislação ambiental do país
- Colabore na conservação dos recursos naturais
- Faça parcerias com organizações não-governamentais e cooperativas de catadores
- Quando possível, Utilize os dois lados do papel
- Faça cópias e impressões nos dois lados do papel
- Apóie projetos de coleta seletiva
NA ESCOLA:
- Introduza o tema reciclagem e coleta seletiva nas disciplinas
- Promova cursos sobre o reaproveitamento de materiais
- Divulgue iniciativas sustentáveis
- Conscientizar os alunos sobre a necessidade da reciclagem
- Estimule atitudes que possam ser desenvolvidas coletivamente
- Implante um sistema de coleta seletiva nas áreas comuns
EM CASA:
- Reduza o consumo e evite o desperdício
- Prepare seu lixo para a coleta seletiva
- Participe de discussões sobre o destino do lixo em seu bairro ou condomínio
- Prefira produtos não descartáveis
- Faça doação de roupas, brinquedos, móveis e outros produtos que não utiliza mais
FONTE: http://www.pick-upau.org.br/campanhas/tempo_reciclagem/tempo_reciclagem_vamos_agir.htm
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
VAMOS RECICLAR!

Reutilizar o máximo possível de materiais e produtos, aumentando sua duração. Reciclar o maior número possível de embalagens e recuse produtos que agridam o meio ambiente.

PENSE E RECICLE!
As vantagens da reciclagem são muitas, mas acima de tudo, ela melhora a qualidade de vida, minimiza os efeitos da poluição no planeta, gera emprego e renda, além de valorizar as empresas ambientalmente corretas.
DESTINO CORRETO PARA APARELHOS USADOS
domingo, 3 de janeiro de 2010
GRIPE SUÍNA

Juntamente com outros estados da Região Sul, o Paraná articula junto ao governo federal a prioridade no recebimento das doses da vacina contra a nova gripe. O Ministério da Saúde adquiriu 83 milhões de doses, que começam a chegar neste mês.
O secretário defende que a maior parte das doses seja destinada aos estados que mais registraram casos da doença. Martin lembra que atualmente, no Hemisfério Norte, que tem sido observado pelos países do Hemisfério Sul para acompanhar a evolução da nova gripe, a vacina já está sendo aplicada com sucesso.
As ações do Paraná no enfrentamento da pandemia têm servido de exemplo para outros estados e países, que têm procurado as autoridades da área de saúde para discutir o assunto. “Fomos o primeiro estado a manipular a solução oral para o tratamento infantil e o primeiro a ter os exames descentralizados para o Laboratório Central do Estado (Lacen). Com a descentralização dos exames, pudemos ter o real cenário da epidemia e, com isso, conseguimos planejar as ações com mais assertividade”, explicou.
O Lacen Paraná está fazendo o sequenciamento genético do vírus Influenza H1N1. Foi o terceiro laboratório do Brasil a receber autorização do Ministério da Saúde. Os primeiros resultados revelaram que o vírus que circula no Paraná é muito semelhante aos demais identificados em outras regiões onde ocorreu a epidemia. Não foi identificada nenhuma mutação significativa que diferencie o vírus que circula no estado do que está em outros países.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/12/22/materia.2009-12-22.1809764253/view
EL NIÑO
Este fenômeno costuma alterar vários fatores climáticos regionais e globais como, por exemplo, índices pluviométricos (em regiões tropicais de latitudes médias), padrões de vento e deslocamento de massas de ar. O período de duração do El Niño varia entre 10 e 18 meses e ele acontece de forma irregular (em intervalos de 2 a 7 anos).
Efeitos do El Niño
- Os ventos sopram com menos força na região central do Oceano Pacífico;
- Acúmulo de águas mais quentes do que o normal na costa oeste da América do Sul;
- Diminuição na quantidade de peixes na região central e sul do Oceano Pacífico e na costa oeste dos Canadá e Estados Unidos;
- Intensificação da seca no nordeste brasileiro;
- Aumento do índice de chuvas na costa oeste da América do Sul;
- Aumento das tempestades tropicais na região central do Oceano Pacífico;
- Secas na região da Indonésia, Índia e costa leste da Austrália;
- Muitos climatologistas acreditam que o El Niño possa estar relacionado com o inverno mais quente na região central dos Estados Unidos, secas na África e verões mais quentes na Europa. Estes efeitos ainda estão em processo de estudos.
Curiosidades:
- O termo El Niño é de origem espanhola e se refere a Corrente de El Niño. O nome foi dado por pescadores da costa do Peru e Equador, pois na época do Natal a região costuma receber uma corrente marítima de águas quentes. Por aparecer no período natalino, El Niño (O Menino) Jesus foi homenageado, pelos pescadores, com o nome do fenômeno climático. O termo popular foi adotado também pelos climatologistas.
- Quando o fenômeno é inverso, ocorrendo um resfriamento fora do normal na águas da região equatorial do Oceano Pacífico, dá-se o nome de La Niña
http://www.suapesquisa.com/geografia/el_nino.htm
EL NIÑO INFLUENCIA AUMENTO DE CHUVAS NA REGIÃO SUL DO BRASIL

Na Região Sul do Brasil, o El Niño está associado a chuvas acima da média e redução do risco de estiagens prolongadas durante o verão.
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=50776
sábado, 26 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
COP 15: EVENTO ENCERRADO
Em termos de financiamentos, devem ser liberados 10 bilhões por ano até 2012, chegando a 100 bilhões em 2020. Os países deveriam fazer inventários de emissões de dois em dois anos, sendo que a verificação seria feita por meio de "consultas internacionais e análise", um termo criado para que o procedimento não seja intrusivo e não se sobreponha à soberania do país, o que era uma das preocupações da China.
Pode ser que haja uma COP 15,5 em Bonn, na Alemanha, em junho, ou as discussões para o tão sonhado acordo Legally Binding ficarão mesmo para dezembro de 2010, no México.
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/diretodecopenhague/quase-fim-213979_post.shtml
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
COP 15
O evento “Monitoramento das emissões de carbono e da governança para a implantação de REDD”, realizado nesta quinta-feira, em Copenhague, pelo Imazon, reuniu organizações de diversos países para discutir mecanismos que garantam o sucesso das iniciativas de REDD.O encontro – que contou com a presença de mais de 100 conferencistas – aconteceu durante a COP15, em um evento promovido pelo próprio Imazon, e ressaltou a importância da implantação de mecanismos de REDD no mundo, uma vez que cerca de 17% a 19% das emissões globais resultam de práticas de desmatamento, degradação e uso da terra. Durante a reunião, os especialistas enfatizaram que, apesar de sua importante contribuição para a redução das emissões, o REDD só será eficaz se houver uma ampla e frequente disponibilização dos dados sobre a situação das florestas e, também, um contínuo monitoramento da governança, para saber se os recursos de REDD estão sendo usados, de fato, em benefício do meio ambiente e da comunidade. Para isso, segundo os representantes das organizações, os países devem contar com: – a coordenação eficaz de diferentes órgãos do governo; – o fortalecimento das instituições responsáveis pela proteção da floresta – e a ampla participação da sociedade civil.
REDD - Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação
Mecanismo para recompensar os países detentores de florestas que evitem o desmatamento e a degradação e em que a conservação florestal trabalha em favor do equilíbrio do clima. No REDD, remuneram-se as emissões evitadas de carbono, por meio da doação de recursos ou pela geração de créditos de carbono negociados em mercado.
fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/redd-cop15-imazon-desmatamento-degradacao-floresta-519370.shtml
domingo, 13 de dezembro de 2009
LINK - SISTEMA BINÁRIO EM MARINGÁ
sábado, 12 de dezembro de 2009
CALÇADA ECOLÓGICA NA SUPER VIA

A supervia terá calçadas com quatro metros de largura, pistas para automóveis e uma ciclovia 3 metros de largura.
SUZANA KAHN: SECRETARIA DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E QUALIDADE AMBIENTAL DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

"A ATMOSFERA NÃO TEM NACIONALIDADE E O MUNDO É UM SÓ."
"QUANDO AS NAÇÕES RICAS AJUDAM OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO A MUDAR SEU PADRÃO DE CRESCIMENTO ESTÃO AJUDANDO A SI MESMAS."
A secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Suzana Kahn, falou sobre as expectativas em relação às negociações em Copenhague. Ela, que também é cientista da área de transportes e prêmio Nobel 2007 pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima (IPCC):
"São otimistas, mas realistas. O debate não se encerrará na Dinamarca. Esse é na verdade ao ponto de partida, pois na sequência temos a fase de detalhamento e implementação desse redirecionamento da economia mundial."
PROJETO RIOS VOADORES É APRESENTADO NA COP15
O objetivo do projeto é entender como funcionam os processos meteorológicos no Brasil, acompanhando a trajetória dos ventos em um pequeno monomotor. No percurso são coletadas amostras do vapor de água que é transportado pelas massas de ar.
O objetivo do projeto é entender como funcionam os processos meteorológicos no Brasil
A quantidade de vapor de água transportada pelas massas de ar existentes de norte a sul do País é um verdadeiro rio que “viaja” pelo céu e que pode chegar a volumes inimagináveis e alcanças a mesma ordem de grandeza da vazão do Rio Amazonas, o maior do mundo, com 200.000 m³ de água por segundo. Por essa razão, o nome do projeto é Rios Voadores.
As informações podem mostrar até que ponto o desmatamento da região amazônica poderá afetar o clima no restante do Brasil e de que forma tal degradação alterará o ciclo hidrológico, principalmente em outras regiões brasileiras. As informações coletadas devem servir para que os modelos usados pelos estudiosos das mudanças climáticas possam validar seus resultados.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
15ª CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE O CLIMA
COMEÇA EM COPENHAGUE A CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE O CLIMA

Em seu discurso inaugural, o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, enfatizou que é possível alcançar esse acordo.
“O aquecimento global não conhece fronteiras. Não discrimina. Afeta a todos nós. E hoje estamos aqui porque todos nos comprometemos a agir”, disse Rasmussen, acrescentando que os dinamarqueses se encarregaram para que a pegada de carbono da conferência seja e menor possível, proibindo água engarrafada e oferecendo quase unicamente alimentos orgânicos.
“Por favor, selem o acordo”, pediu, por sua vez, a prefeita de Copenhague, Ritt Bjerregaard, que se comprometeu para que sua cidade seja a primeira capital mundial neutra em matéria de carbono até 2025. “Muitos de vocês viajaram um longo caminho para chegar aqui. Todos ainda têm um longo caminho pela frente, com trabalho duro e noites sem dormir”, acrescentou.
O presidente do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre a Mudança Climática (IPCC), Rajendra Pachuri, já passou muitas noites sem dormir por causa do vazamento de alguns e-mails da Universidade de Anglia Oriental, na Grã-Bretanha. Em um escândalo que eclodiu há algumas semanas, diversos centros acadêmicos argumentaram que os cientistas do IPCC manipulavam os dados sobre mudança climática. Isto ameaçou descarrilar as negociações. Pachauri tentou restabelecer parte da reputação do Grupo, vinculado à Organização das Nações Unidas.
“O recente incidente mostra que talvez alguns cheguem ao ponto de realizar atos ilegais, talvez em uma tentativa de desagreditar o IPCC. Mas o Grupo tem antecedentes de avaliações transparentes e objetivas ao longo de 21 anos, elaboradas por dezenas de milhares de cientistas dedicados de todas as partes do mundo”, disse Pachauri.
O secretário-executivo da Convenção Marco, Yvo de Boer, relatou aos delegados a história de Nyi Lay, um menino de 6 anos que perdeu seus pais em um devastador ciclone. De Boer pediu aos participantes para garantirem que milhões de outras crianças possam escapar de semelhante destino. O tempo acabou, disse em sua breve, mas comovedora intervenção. Após dois anos de negociações, chegou o momento de obter resultados, afirmou. Também propôs aportar de imediato US$ 10 bilhões anuais até 2012, e observou que restam apenas oito dias para que os chefes de Estado e de governo cheguem a Copenhague para alcançar um acordo.
“Façam-no de maneira simples”, disse de Boer em uma entrevista no domingo em Bella Centre, local que foi cercado pelo temor de eventuais bombas. “O que precisamos depois desta COP-15 é uma ação imediata no terreno. Para que isso ocorra, os países ricos têm de listar suas ambições em matéria de redução de emissões e assumir compromissos financeiros significativos. As nações em desenvolvimento precisam indicar claramente o que acontecerá com as emissões de suas economias emergentes”, afirmou, acrescentando que é isso o que pede par ao Natal.
Sob nenhum conceito pode haver um acordo em que se substitua o apoio Norte-Sul já existente por financiamento para combater a mudança climática, mudando o nome dos fundos de assistência oficial ao desenvolvimento ou aos destinados a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, disse de Boer. O financiamento para mitigação, adaptação e transferências de tecnologia tem de ser “reais, significativas, imediatas e adicionais”, enfatizou. Também pediu urgência ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que vá a Copenhague com “dinheiro significativo”.
Washington parece inclinado a reduzir entre 17% e 20% suas emissões em relação a 2005. Mas, os críticos afirmam que isto não é suficiente. A ministra dinamarquesa de Clima e Energia, Connie Hdegaard, que preside a COP-15, foi categórica.
FONTE: www.tnsustentavel.com.br
sábado, 5 de dezembro de 2009
COMO PROTEGER-SE DE RAIOS DURANTE UMA TEMPESTADE

Mas será que é possível nos PROTEGERMOS do perigo que representam os que atingem a terra? Sim, é possível. Veja a seguir algumas dicas.
- EVITAR lugares descampados, como praias e campos. Se estiver em local ABERTO, o ideal é ficar AGACHADO mas não deitado. Não ficar dentro de PISCINA ou do mar. Não usar telefone fixo, CELULAR ou outro aparelho de COMUNICAÇÃO. Não ficar perto de CERCAS, redes ou objetos de Metal. RETIRAR os aparelhos ELETRÔNICOS das tomadas. Alguns locais seguros são: casa ou outra CONSTRUÇÃO, carros com as JANELAS fechadas.Alguns locais INSEGUROS são quiosques, postes, ÁRVORES e locais altos (como MONTANHAS).










