Associação dos Moradores e Amigos da Avenida "José Alves Nendo"

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sábado, 12 de dezembro de 2009

CALÇADA ECOLÓGICA NA SUPER VIA


O primeiro trecho da via expressa que margeia a linha férrea rebaixada, no Centro de Maringá, entre as avenidas Pedro Taques e Tuiuti, será aberta ao trânsito na segunda-feira (14). A chamada Supervia Leste-Oeste é o primeiro trecho da nova avenida,tem 1,8 km e vai aliviar o tráfego das avenidas Colombo, Mauá, Bento Munhoz e Brasil.

A supervia terá calçadas com quatro metros de largura, pistas para automóveis e uma ciclovia 3 metros de largura.


Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/232149/newsletter

sábado, 28 de novembro de 2009

PROJETO INCREMENTA CALÇADAS ECOLÓGICAS EM MARINGÁ


Das 35 mil árvores existentes nos passeios de Maringá, cerca de 7 mil estão condenadas, segundo levantamento realizado pelo Instituto da Árvore. O professor do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Basílio Bacarin, primeiro presidente da entidade, propõe uma forma de substituir as árvores condenadas por novas plantas, assegurando suas condições de crescimento.

Com o apoio financeiro de três empresas da cidade - Sicoob, Imobiliária Pedro Granado e Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC) - um trecho da Avenida Lauro Werneck e da Rua São João, no Jardim Universitário, passarão por reforma paisagística a partir de janeiro do próximo ano.


Os passeios dessas vias serão adequados à lei municipal 335/99, que criou os modelos de calçadas ecológicas. A legislação determina que o proprietário do imóvel reserve um trecho de 90 centímetros de largura para vegetação rasteira, na zona central, e de 120 cm de largura para imóveis localizados nos bairros. A proposta do professor Bacarin, que conta com o apoio da Prefeitura de Maringá e da reitoria da UEM, incrementa a lei municipal com aspectos paisagísticos e de sustentabilidade para as plantas.

Segundo Bacarin, ao lado de cada árvore condenada existente nos trechos, será colocada uma nova muda. Para que a planta cresça sem concorrência pela luz do sol, a copa da árvore condenada será podada. Na parte central dos trechos de gramado serão plantadas flores.

Em alguns pontos da calçada ecológica serão criados sumidouros, com o objetivo de aumentar a absorção de água pelas gramíneas e a novas árvores, além de diminuir o fluxo de enxurrada, que acabariam nas galerias pluviais. “Com menos água de enxurrada, o projeto contribui para a redução da erosão urbana”, explica Bacarin.

A fase experimental do projeto será custeada pelos patrocinadores e executada pelos internos da Casa Nossa Senhora da Anunciação, do distrito de Iguatemi.

Andarilhos e outros adultos acolhidos pelo abrigo receberão um salário, alimentação e transporte para retirar parte do pavimento das calçadas, preparar e plantar mudas de árvores e de gramíneas, que serão plantadas nos passeios.

A Prefeitura também poderá encaminhar pessoas atendidas pelo programa Portão da Inclusão, para que também ganhem um salário com a atividade de intervenção paisagística. “Tirar as árvores condenadas é fácil. O problema é substituí-las, já que precisamos desses vegetais para garantir um ambiente muito melhor”, afirma Bacarin.

As árvores contribuem com a redução da temperatura ambiente, controle no nível de umidade do ar e absorção dos ruídos da cidade. A Prefeitura sugere que alguns troncos condenados sejam mantidos e transformados em esculturas de madeira.

Fonte: O Diário, 28/11/2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

AS PLANTAS TAMBÉM DORMEM

MARISA LIMA NA AMA.AJAN

Esta é a época em que as pessoas ficam perguntando: por que as plantas não crescem? Por que elas parecem sem vida?
Como todos os seres vivos, as plantas também precisam de repouso.
Esse repouso é feito durante o inverno.Um dos sinais de hibernação das plantas perenes é o amarelecimento de suas folhas. Algumas ficam murchas. O jardim fica bem feinho.
As plantas de bulbos secam completamente suas partes aéreas. Nesta época, devemos tirá-las da terra, limpar os bulbos guardando-os em sacos plásticos perfurados para replantá-los três meses depois. E logo surgirão novos brotos.
O crescimento é lento ou nulo e não adianta adubar para melhorar o crescimento. Será inútil este procedimento.
Os gramados em lugares onde acontecem geadas devem ser cobertos com uma fina camada de terra. Nesta época, a rega deve ser diminuída, não devemos adubar, quanto menos interferência melhor.
Devemos respeitar este período de descanso das plantas. Esta regra serve para quase todas as plantas. Como exceção, algumas espécies como a azaléia e o gerânio florescem no inverno.
Suas plantas já estão acordando, voltando à vegetação plena em agosto para florir na primavera. Assim, este é o tempo para adubar as planta. Isto para elas acordarem.
Até mais,Um abraço.

domingo, 16 de agosto de 2009

MARISA LIMA NA AMA.AJAN

Manutenção de Jardins

Muitas vezes, quando sou contratada para fazer um projeto de paisagismo, a primeira questão que o cliente coloca é que “quer um jardim sem necessidade de manutenção”. Um jardim sem manutenção NÃO EXISTE. Podemos colocar plantas de fácil manutenção, porém ela sempre vai ser necessária.

Quando se contrata um profissional para fazer a manutenção, deve se levar em conta o conhecimento técnico deste profissional. Fazer manutenção não é apenas cortar a grama. Para se manter um jardim bonito e saudável precisamos de muitas etapas.

Nunca contrate o jardineiro ou o paisagista que cobrar o menor valor. O valor cobrado depende da experiência, do tamanho da área, da dificuldade da manutenção. Pesquise sempre sobre o trabalho do profissional a contratar.

O que uma manutenção deve incluir:

- poda da grama, de contenção e de formação, isto inclui galhos e folhas secas, com pragas ou doenças;
- adubação na época certa e em quantidades corretas, pois o excesso de adubo pode matar suas plantas;- retirada de ervas daninhas e plantas invasivas;

- tratamento fito-sanitário com defensivos em dosagens corretas e com a fórmula certa para cada praga e doença;- aeração do solo;- replantio de mudas;
- rega.

Verifique se as ferramentas estão bem afiadas, pois uma tesoura que mastiga o galho de sua planta pode danificá-la para sempre. Verifique também se o jardineiro retira as ervas daninhas da grama antes de cortá-la, pois existem os que passam o cortador na grama e apenas no mato, e, como o mato cresce mais rápido, ele surgirá antes mesmo do próximo corte da grama trazendo um aspecto de desleixo ao jardim.

É necessário que exista, além do jardineiro, o acompanhamento técnico do paisagista, principalmente na escolha adequada das mudas a serem replantadas ou das mudas novas que serão acrescidas ao jardim.


Marisa Castro de Lima

Graduada em Composição Paisagística na Escola de Belas Artes da UFRJ em 1979, tem somada à sua experiência profissional a participação em exposições, congressos e viagens de estudos em vários países. Assim, adquiriu experiência e base criteriosa para trabalhar com diferentes estilos, formas e padrões estéticos.

Ao longo de sua carreira, foi docente de cursos de paisagismo no Rio de Janeiro e em Santos. Exercendo sua natureza voluntária, ensinou jardinagem a adolescentes de comunidades carentes do Rio de Janeiro, o que além de proporcionar grande prazer também contribuiu para uma grande troca de experiências.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

CALÇADAS ECOLOGICAMENTE CORRETAS

Você já deve ter olhado e achado bonito as calçada ecológicas. Recentemente, ouvi uma pessoa dizer que não faria. Os motivos principais são: cachorros que fazem coco na grama, além de ter que cortá-las constantemente.

Realmente, esses são os dois maiores problemas encontrados por quem optou por esse tipo de calçada. No entanto, temos que considerar as questões ecológicas. Não podemos pensar apenas em si próprios. Devemos pensar também no bem-estar coletivo.


As calçadas ecológicas, além de uma opção muito bela no paisagismo do seu bairro, trazem vantagens no que se refere à drenagem de água pluvial, assim como contribuem na recomposição do lençol freático.


Desta forma, não perca tempo, opte pelas calçadas ecológicas. O meio ambiente conta com você.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

HORTAS CASEIRAS

Por Daniela Sedo

Quem já tentou cultivar uma horta em casa e, depois de poucos meses, desistiu dizendo que ela não vai para frente? Eu já passei por isso antes de me formar arquiteta e começar a trabalhar com paisagismo.A horta pode, sim, fazer parte do seu jardim ou de sua varanda, de maneira ornamental ou produzindo temperos e verduras para consumo.A horta precisa estar em um local protegido do sol intenso, precisa ter a terra indicada ao que se deseja produzir e, principalmente, precisa ter a irrigação adequada.

Acredito que esse último item seja o vilão do fracasso de algumas hortas.O vaso ou a jardineira podem ser de madeira, terracota ou até mesmo metal. A drenagem da água é fundamental, pois, apesar de os temperos e verduras precisarem de água, eles geralmente não gostam de terra encharcada.Certas espécies precisam ser tutoradas para que seu desenvolvimento seja pleno. Por isso, indico que torne este tutor algo decorativo e evite o famoso cabo de vassoura. Um cabo de aço revestido com plástico pode ser um condutor muito simpático para trepadeiras. Ele pode ser fixado com ganchos diretamente na parede ou no muro. As espécies devem ser guiadas mensalmente por ele para que subam sem dificuldade.

A distância de plantio e a escolha de espécies que apreciam o mesmo ambiente (terra, iluminação e rega) também ajudarão muito no sucesso da sua horta. Plante pensando no tamanho que a muda terá dali a 6 meses. Espécies que apreciam água podem ficar próximas de outras com a mesma necessidade. Se ficarem ao lado de outras que gostam de solo mais seco, uma das duas morrerá.Sugiro, sempre que possível, que se plante espécies diferentes em vasos diferentes.

Assim a adubação, a rega e a insolação poderão ser mais bem dirigidas.Espécies para horta que costumam se desenvolver bem (ao menos em São Paulo): alecrim, manjericão, hortelã, salsinha, cebolinha, morango, tomate (apesar de ser atacado constantemente por pragas e insetos), alface, cenoura e couve.

Além de outras espécies que podem ser utilizadas em hortas ornamentais, como a lavanda, pimentas em geral, salvia vinho, pimentão e capuchinha (aquela flor comestível).
Fonte: http://blogdepaisagismo.lopes.com.br/?KW=Paisagista&gclid=CNidirnK95cCFQMnGgodohebDg