Associação dos Moradores e Amigos da Avenida "José Alves Nendo"

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domingo, 28 de março de 2010

SKYGARDEN: TAPETE DE GRAMA


Sabe aquele quintalzinho ladrilhado que não dá para quebrar porque a casa é alugada? Ou aquele teto de laje que até dá tristeza de olhar? Agora tem solução: é só desenrolar um tapete de grama por cima. Com apenas 10 mm de espessura, tem dois anos de garantia e não precisa de terra por baixo.

Também dá para fazer uma horta de verdurinhas, com alface, agrião ou ervas aromáticas. Com 15 cm, então, dá para plantar berinjela, pimentão, melancia. O segredo é a composição da terra, que Ricardo Cardim, mestrando em botânica da USP, ajudou a adaptar ao clima do Brasil.

A ideia do Skygarden veio do Japão e foi desenvolvida para aumentar o verde nos telhados dos prédios de Tóquio.

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/skygarden-tapete-grama-verde-ricardo-cardim-vidasimples-535414.shtm

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

JARDIM SEMPRE EM MANUTENÇÃO

Um jardim florido o ano inteiro é o sonho dos apaixonados por flores. Além de colorir, as flores são capazes de tornar o ambiente mais agradável e aconchegante.

No entanto, a manutenção constante é fundamental para manter um jardim sempre repleto de flores. Temperatura, incidência de chuvas, condições de luminosidade e espaço devem ser considerados na hora de escolher a variedade. Além disso, é preciso diversificar e optar por espécies com floradas em diferentes épocas do ano.

O jardineiro José Marcolino de Freitas explica que é preciso observar o local e a incidência de luz ao longo do dia. Entre as espécies que se adaptam melhor à região de Maringá estão a Gazania, Torenia, Érica, Ecsória, Roseira e Agapantos, que são resistentes às altas temperaturas. Freitas indica que essas espécies são conhecidas como “plantas de forração”, ideais para jardins rasteiros e coloridos.

Entre os cuidados necessários para essas espécies está a adubação constante. O ideal é que a manutenção ocorra mensalmente. “Se for realizada de forma adequada, é possível manter um jardim florido na maior parte do ano”.

Para evitar a proliferação de fungos nas plantas, o jardineiro recomenda uma irrigação em horários específicos. “Em dias longos de verão, a irrigação deve ocorrer no máximo até às 17 horas. No inverno, ou em dias curtos, a irrigação só deve ser realizada no período da manhã. A umidade das plantas durante a noite facilita o surgimento de pragas”, atenta Freitas.

Além do horário, é preciso estar atento aos locais onde estão as flores e à temperatura. “Lugares descampados devem receber irrigação até três vezes por dia, especialmente em dias de calor”.

Outra técnica importante para uma florada bonita é a “poda da primavera”, que deve ser realizada no período de repouso vegetativo das plantas, que corresponde às estações de outono e inverno. Além disso, Freitas orienta que a poda deve ser realizada sempre que a floração terminar, eliminando ramos secos, com cortes próximos ao caule, para estimular a próxima florada.

Para evitar a proliferação de fungos nas plantas, o jardineiro recomenda uma irrigação em horários específicos. “Em dias longos de verão, a irrigação deve ocorrer no máximo até às 17 horas. No inverno, ou em dias curtos, a irrigação só deve ser realizada no período da manhã. A umidade das plantas durante a noite facilita o surgimento de pragas”, atenta Freitas.

Além do horário, é preciso estar atento aos locais onde estão as flores e à temperatura. “Lugares descampados devem receber irrigação até três vezes por dia, especialmente em dias de calor”.

Outra técnica importante para uma florada bonita é a “poda da primavera”, que deve ser realizada no período de repouso vegetativo das plantas, que corresponde às estações de outono e inverno. Além disso, Freitas orienta que a poda deve ser realizada sempre que a floração terminar, eliminando ramos secos, com cortes próximos ao caule, para estimular a próxima florada.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/233053

domingo, 10 de janeiro de 2010

OCUPAÇÃO DO LITORAL AGRAVA OCORRÊNCIA DE CATÁSTROFES


Se tivesse aplicação retroativa, o decreto federal número 5.300, de dezembro de 2004, colocaria na ilegalidade boa parte da área urbanizada da orla marítima brasileira.

Com atraso em relação a países desenvolvidos e a vizinhos latino-americanos, o decreto estabeleceu pela primeira vez os limites a serem respeitados das praias e outros ecossistemas, como dunas, falésias, costões, lagunas e manguezais.

O decreto regulamentou, 16 anos depois, o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC), criado em 1988.

Suas disposições são até "flexíveis" em demasia, na opinião do veterano geógrafo Dieter Muehe, professor aposentado da UFRJ que colaborou com o Ministério do Meio Ambiente na produção do "Macrodiagnóstico da Zona Costeira", série de mapas que localizam os pontos de risco nos 8.698 km do litoral do país.

Muehe critica o fato de a "linha do preamar [maré alta]" ser mencionada como um dos pontos a partir do qual pode ser contada a distância de 50 m entre as praias e as construções, nas áreas já urbanizadas. Nas regiões ainda sem urbanização, a distância fixada é de 200 m.

Segundo o geógrafo, a linha da maré alta é variável demais para servir como marco, ainda mais num litoral em que boa parte do fundo marinho tem baixa declividade, o que o torna mais sensível a eventual aumento do nível do mar. Na Grécia, a distância chega a 500 m. França, Turquia, Suécia e Noruega adotaram o limite mínimo de 100 m.

Foi nesse meio século que se ergueu a maioria das barbaridades, ignorando o hoje sacramentado princípio de que "a praia é a barreira mais eficiente para conter a ação das ondas" .

"Toda a ocupação foi intuitiva, feita com ignorância. Hoje devemos usar o conhecimento para errar menos", diz.

Além de Fortaleza e do Rio, Rosman cita maus exemplos nas orlas de Maceió, Aracaju, pedaços da praia da Boa Viagem, no Recife, onde há "edifícios com a onda no pé", e o trecho litorâneo do Paraná que vai de Matinhos a Paranaguá, "um convite ao suicídio coletivo", com o casario separado das águas do mar por ruas ou avenidas, protegidas por muros de concreto e pedra.

Ao contrário da areia, explica, que dissipa o efeito das ondas e vai sendo movimentada ao longo da praia, em ciclos que tendem à estabilidade, esses paredões refletem essa energia. A estrutura de suposta contenção acaba danificada e a praia, ainda mais erodida, com sua areia carregada para bancos submersos.

No caso das baixadas costeiras e sistemas de lagunas, jovens em termos geológicos, Rosman diz que os seguidos aterros e construções tendem a reforçar a tendência de rebaixamento desses terrenos.

Em estudo de 2007 sobre o litoral fluminense, ele sugeriu a retirada da população de áreas como essas, que seriam usadas para lazer em tempo seco e transformadas em "piscinões naturais" quando ocorressem marés altas e chuvas fortes, evitando o alagamento.


fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u677062.shtml

sábado, 5 de dezembro de 2009

COMO PROTEGER-SE DE RAIOS DURANTE UMA TEMPESTADE


Nesta época do ano são comuns as tempestades de verão com CHUVA forte, relâmpagos e trovões assutadores.

Mas será que é possível nos PROTEGERMOS do perigo que representam os que atingem a terra? Sim, é possível. Veja a seguir algumas dicas.

  • EVITAR lugares descampados, como praias e campos. Se estiver em local ABERTO, o ideal é ficar AGACHADO mas não deitado. Não ficar dentro de PISCINA ou do mar. Não usar telefone fixo, CELULAR ou outro aparelho de COMUNICAÇÃO. Não ficar perto de CERCAS, redes ou objetos de Metal. RETIRAR os aparelhos ELETRÔNICOS das tomadas. Alguns locais seguros são: casa ou outra CONSTRUÇÃO, carros com as JANELAS fechadas.Alguns locais INSEGUROS são quiosques, postes, ÁRVORES e locais altos (como MONTANHAS).

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ÁRVORES EM PERIGO

Árvores ameaçadas de extinção saltam 4 vezes desde 92 no Brasil.

O desmatamento, as queimadas e a favelização foram os principais motivos para o aumento de quatro vezes na quantidade de espécies de árvores ameaçadas de extinção no Brasil nos últimos 16 anos, a maior parte na Mata Atlântica, informou o Ministério do Meio Ambiente.

Ao menos 472 espécies correm o risco de desaparecer dos biomas brasileiros nos próximos anos, sendo 276 delas encontradas principalmente na área que restou da Mata Atlântica, de acordo com a nova lista de espécies da flora nacional ameaçadas.

A lista oficial anterior de árvores ameaçadas datava de 1992, com 108 espécies. Outras 1.079 espécies nacionais ainda podem estar ameaçadas de extinção, porém não foram incluídas por enquanto na lista devido à falta de informação suficiente.

Assim como já é feito sobre a Amazônia, a Mata Atlântica, o Pantanal, o Cerrado, a Caatinga e o Pampa também passarão a ser monitorados via satélite, o que permitirá um cenário mais amplo do desmatamento no país.

O Sudeste brasileiro, onde fica maior parte dos 8,5 por cento que sobraram da Mata Atlântica, é a região com o maior número de espécies ameaçadas, com 348, seguido por Nordeste (168) e Sul (84).

fonte: UOL notícias

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

MANUTENÇÃO DE JARDINS


Muitas vezes, quando sou contratada para fazer um projeto de paisagismo, a primeira questão que o cliente coloca é que “quer um jardim sem necessidade de manutenção”.

Um jardim sem manutenção NÃO EXISTE. Podemos colocar plantas de fácil manutenção, porém ela sempre vai ser necessária.

Quando se contrata um profissional para fazer a manutenção, deve se levar em conta o conhecimento técnico deste profissional. Fazer manutenção não é apenas cortar a grama. Para se manter um jardim bonito e saudável precisamos de muitas etapas.

Nunca contrate o jardineiro ou o paisagista que cobrar o menor valor. O valor cobrado depende da experiência, do tamanho da área, da dificuldade da manutenção. Pesquise sempre sobre o trabalho do profissional a contratar.

O que uma manutenção deve incluir:

- poda da grama, de contenção e de formação, isto inclui galhos e folhas secas, com pragas ou doenças;
- adubação na época certa e em quantidades corretas, pois o excesso de adubo pode matar suas plantas;
- retirada de ervas daninhas e plantas invasivas;
- tratamento fito-sanitário com defensivos em dosagens corretas e com a fórmula certa para cada praga e doença;- aeração do solo;- replantio de mudas;
- rega.

Verifique se as ferramentas estão bem afiadas, pois uma tesoura que mastiga o galho de sua planta pode danificá-la para sempre.

Verifique também se o jardineiro retira as ervas daninhas da grama antes de cortá-la, pois existem os que passam o cortador na grama e apenas no mato, e, como o mato cresce mais rápido, ele surgirá antes mesmo do próximo corte da grama trazendo um aspecto de desleixo ao jardim.

É necessário que exista, além do jardineiro, o acompanhamento técnico do paisagista, principalmente na escolha adequada das mudas a serem replantadas ou das mudas novas que serão acrescidas ao jardim.

Marisa Lima

domingo, 4 de outubro de 2009

4 DE OUTUBRO - É O DIA DOS ANIMAIS E DA NATUREZA

Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.”

(Albert Schweitzer)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

CHEGOU A PRIMAVERA NO HEMISFÉRIO SUL

A Primavera começou nesta terça, 22 de setembro, às 18h18mim com previsão de excesso de chuvas para o Sul.

Esta estação sofrerá a influência cada vez maior do fenômeno El Niño.

A exuberância das flores e a explosão de perfumes nas ruas confirmam que a primavera já começou. Há árvores que se precipitam ao anunciar a primavera, como os ipês roxo e amarelo, que florescem ainda no inverno.


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

UMA DICA DE LEITURA NO DIA DA ÁRVORE

Para o internauta interessado em árvores, o livro “Biologia & MudançasClimáticas no Brasil” traz uma abordagem geral de como plantas, animais e ohomem irão responder aos efeitos do aquecimento global.

O livro tem umadimensão botânica que contém capítulos interessantes sobre as árvores,explicando como elas respondem ao clima e como algumas de nossas árvores na Mata Atlântica estão respondendo ao aumento de gás carbônico na atmosfera.

Se quiser ler uma resenha do livro, visite o seguinte link na internet.http://www.agencia.fapesp.br/materia/9789/especiais/multiplas-visoes-em-um-s

DIA DA ÁRVORE

O Dia Mundial da Árvore ou Dia Mundial da Floresta festeja-se em 21 de março. A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. Nos EUA, é comemorado no dia 22 de setembro junto do aniversário de Julius Sterling Morton, morador da Nebrasca/EUA, que incentivou o plantio de árvores naquele estado.

No Brasil é comemorado no dia 21 de setembro, pois os índios brasileiros cultuavam as árvores no início da primavera, quando se preparava o solo para cultivo e na época de chuvas.A massa principal da vegetação terrestre é constituída por árvores, agrupadas em sua maioria em florestas. Toda e qualquer planta viva, lenhosa e ramificada que ultrapasse os sete metros de altura pode ser considerada uma árvore. Sendo menor é um arbusto ou, caso se ramifique desde a base, um subarbusto.

As maiores árvores chegam a 165 metros de altura (eucaliptos da Austrália).Já o diâmetro da base do tronco mede até 13 metros entre as sequóias da Califórnia, cuja longevidade ultrapassa os 2.000 anos.

Importância e qualidade

Os benefícios que a árvore nos traz são inúmeros e variados. Sua importância é o de estar associada à vida, ao ar que respiramos. E daí a necessidade de mantermos o equilíbrio das florestas, preservando as matas nativas e mantendo protegidos os mananciais, onde fauna e flora encontram ambientes diferenciados.A qualidade da sua existência tem a ver com os materiais que nos fornecem, como a madeira para as construções e mobiliário, celulose para o papel, carvão para as caldeiras, substâncias medicinais, além de óleos, resinas, gomas, essências, mel, frutos, flores, entre outros.

Fonte: Jornal Ponto Final

sábado, 22 de agosto de 2009

FILME FRANCÊS SOBRE MEIO AMBIENTE

Navegando pela Internet encontrei este excelente filme sobre desenvolvimento humano e catástrofe ambiental, confira aqui.

FONTE: Youtube In: http://jornalinformar.blogspot.com/search/label/Meio%20Ambiente

ADRIANA ZIMBARG CONTRIBUI COM A AMA.AJAN

Adriana Zimbarg é a editora chefe do portal http://www.minharua.com/, e é a responsável pelos artigos ligados a cultura. Apesar de seu trabalho ser geralmente ligado ao teatro e analise do contexto histórico de peças teatrais, Contribui conosco dando algumas dicas para você transformar o jardim dos seus sonhos em realidade.

• Plantas expostas diretamente ao sol precisam de mais água do que outras plantas.
• A freqüência que você deve regar seu jardim varia, dependendo do clima e fatores como vento e umidade do ar.
• Vasos de barro precisam de mais água do que plantas colocadas no solo.
• Antes de plantar qualquer muda no seu jardim, informe-se do habitat original da espécie, para poder saber o melhor local para plantar, a melhor maneira de manter o solo nutrido e como manter abastecido de água.
• Quando a sua planta estiver em floração, sempre coloque mais água.
• A técnica de colocar o dedo na terra para checar a umidade é sempre válida, porém, para ter certeza, use uma colher movendo um pouco a terra da parte superior do vaso e cheque a terra que não está exposta diretamente às condições climáticas.
• Em locais com vento sua planta vai necessitar de mais água. A melhor hora para regar suas plantas é de manhã cedo.
• Não regue as plantas durante as horas mais quentes do dia: a água vai evaporar muito rapidamente.
• Evite regar as plantas durante períodos com vento. O vento fará com que a água não seja distribuída uniformemente no jardim.
• As pequenas queimaduras nas folhas das plantas são causadas pela mistura de gotas de água sobre as folhas mais o sol.
• Para que suas árvores cresçam mais rapidamente, sempre mantenha a terra bem adubada.
• Folhas como as da violeta, que apresentam uma leve penugem na parte superior, não devem ser molhadas.
• Lembre sempre que pouca água é melhor do que muita água.
• Nunca encharque suas plantas.
• Excesso de água faz com que a planta não consiga aproveitar, dando lugar para fungos e bactérias que causaram a morte da planta.
• Muita água também faz com que os nutrientes do solo se percam, fazendo com que a terra fique podre e não adequada para o crescimento de suas plantas.
• Cascas de ovos após secas podem ser moídas e colocadas na terra: elas são uma ótima fonte de nutriente para a mesma.
• Regue o solo com pequenas quantidades de água mais vezes por semana.
• Preste sempre atenção na qualidade do solo: se esse for muito arenoso, a tendência é de secar mais rapidamente; e se for mais argiloso, a água irá ser retida por mais tempo.
• Quando plantar uma árvore, saiba que o solo tem que estar sempre úmido, pois o sistema de absorção de água dessa árvore ainda não está maduro ou adaptado ao novo local no qual ela foi plantada.
• Dois anos após o plantio a árvore, ela já estará suficientemente estabelecida no local para poder se manter com a água da chuva ou uma rega semanal.
• Nunca molhe flores. Isso faz com que elas durem menos.
• Minhocas são amigas das plantas e da terra.
• Se quiser se livrar de formigas use sementes gergelim ao redor do quintal e em cima do formigueiro. Aparentemente, sementes de gergelim intoxicam os fungos que são usados pelas formigas como alimento.
• Use a água que cozinhou ovos, após esfriar, para regar suas plantas. Essa água é cheia de nutrientes para o solo.
• Cascas de vegetais batidas no liquidificador e pó de café usado são ótimos para adubar a terra.
• Para verificar se um local no seu jardim é apropriado para plantar uma árvore, faça um buraco de cerca de 30 cm de profundidade por 20 cm de largura e encha de água. Se essa água ainda estiver no buraco após 12 horas, esse solo não é favorável para o plantio.
• Samambaias adoram chá, porém esse tem que ser bem diluído em água.

fonte: www.minharua.com/index.php?option=com_content&task=view&id=128&Itemid=10082

terça-feira, 18 de agosto de 2009

UM BILHÃO DE ÁRVORES

Desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Campanha "Plante 1 Bilhão de Árvores" é um projeto mundial com o objetivo de encorajar o plantio de árvores nativas e de árvores que são apropriadas ao meio ambiente local, com o apoio de cidadãos e governantes.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente existe desde 1972 como agência da ONU que catalisa as ações brasileiras e internacionais que visam a proteção do meio ambiente por meio do desenvolvimento sustentável.
Para mais informações acesse o
site oficial da Campanha de 1 Bilhão de Árvores.

DESTRUIÇÃO DE ÁRVORES EM MARINGÁ

Vândalos destroem 20% das novas árvores de Maringá

As avenidas Horácio Racanello Filho, Curitiba e das Indústrias são as mais atingidas. A maioria das ações é feita por pedestres e comerciantes.

Cerca de 20% das mudas de árvores nativas plantadas em Maringá são destruídas por vândalos, que arrancam ou quebram as mudas. As áreas mais atingidas são as avenidas Horácio Racanello Filho, Curitiba e das Indústrias, além da Rua Primo Monteschio, na Zona 2. O levantamento foi feito pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SEMUSP).

Na maioria dos casos, os danos são causados por atos de vandalismo de pedestres. Também há comerciantes que querem impedir o crescimento de árvores em frente à fachada do próprio estabelecimento.

Diversas mudas das espécies flamboyant, tipuana, aroeira vermelha, alecrim e manacá-da-serra estão plantadas nessas regiões. A SEMUSP, por meio do site da Prefeitura , informa que está fiscalizando a preservação das mudas nas calçadas e fundos de vale do município.

Denúncia

Para denunciar atos de vandalismo, o cidadão deve ligar para a Guarda Municipal, pelo telefone (44) 3901-2222.

Quem for apanhado em flagrante cometendo atos de vandalismo será notificado e responderá processo por crime ambiental.

domingo, 16 de agosto de 2009

PLANTE ÁRVORES PELO GOOGLE


O Google tem mais uma novidade ecológica. A cada 50 mil buscas realizadas por meio da ferramenta de pesquisa “Ecology for Planet”, mais conhecida como “Eco4Planet”, uma árvore é plantada.

ARBORIZAÇÃO EM MARINGÁ - PARTE I

ARBORIZAÇÃO EM MARINGÁ - PARTE II

ARBORIZAÇÃO EM MARINGÁ - PARTE III

O QUE SIGNIFICA ASSOREAMENTO


O Assoreamento é o acúmulo de areia, solo desprendido de erosões e outros materiais levados até rios e lagos pela chuva ou pelo vento. Quando isso ocorre, cabe às matas ciliares servirem de filtro para que este material não se deposite sob a água. Quando as matas são indevidamente removidas, rios e lagos perdem sua proteção natural e ficam sujeitos ao Assoreamento, e ao desbarrancamento de suas margens, o que agrava ainda mais o problema.

O Assoreamento reduz o volume de água, torna-a turva e impossibilita a entrada de luz dificultando a fotossíntese e impedindo renovação do oxigênio para algas e peixes, conduzindo rios e lagos ao desaparecimento. Evitar e controlar erosões no solo, além de manter as matas ciliares intactas é a melhor receita para evitar o Assoreamento.
Fonte: www.faber-castell.com.br