Cerca de 40 árvores e galhos grandes caíram em decorrência da forte chuva no final da tarde deste domingo (22) em Maringá.
O Corpo de Bombeiros não estava dando conta das inúmeras ocorrência e pouco pode falar com a reportagem, devido aos vários telefonemas.
Segundo eles, as árvores atingiram casas, carros e a rede elétrica em diversos bairros da cidade. "São muitas as ocorrências e estamos atendendo as prioridades", informou um dos atendentes do Corpo de Bombeiros de Maringá.
Algumas regiões de Maringá também ficaram sem energia.
fonte: O Diário de Maringá
Mostrando postagens com marcador Arborização em Maringá. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arborização em Maringá. Mostrar todas as postagens
domingo, 22 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
IPÊ AMARELO

É como são chamadas comumentes as árvores do gênero Tabebuia. Os diversos Ipês são muito utilizados como árvores urbanas, pois suas raízes crescem para baixo e não danificam calçadas e ruas asfaltadas.
fonte: http://www.diadaarvore.org.br/ambiente/nossas-arvores.html
INTERESSANTE
Instalar chips nas árvores urbanas para garantir sua proteção. Esta é a idéia que motivou a iniciativa do RG da Árvore (www.rgdaarvore.net), uma ferramenta on-line para a gestão em tempo real da arborização pública das cidades.
O sistema de identificação por rádio freqüência (RFID) está sendo desenvolvidos pelo RG da Árvore, onde os chips são inseridos dois centímetros nas árvores, em cápsulas blindadas.
O dispositivo permite aumentar a precisão das equipes das prefeituras na localização correta das árvores que necessitam de cuidados especiais, como por exemplo, combate de cupins e podas. A árvore vai contar quem ela é, e que cuidados precisa.
Com os chips se busca otimizar o uso pelos agentes públicos do RG da Árvore, reduzindo custo e tempo, além de oferecer um banco de dados georreferenciado para prever riscos e estender o tempo de vida de cada árvore em benefício da qualidade de vida nas cidades.
fonte: http://www.rgdaarvore.net/news.php?id=16
O sistema de identificação por rádio freqüência (RFID) está sendo desenvolvidos pelo RG da Árvore, onde os chips são inseridos dois centímetros nas árvores, em cápsulas blindadas.
O dispositivo permite aumentar a precisão das equipes das prefeituras na localização correta das árvores que necessitam de cuidados especiais, como por exemplo, combate de cupins e podas. A árvore vai contar quem ela é, e que cuidados precisa.
Com os chips se busca otimizar o uso pelos agentes públicos do RG da Árvore, reduzindo custo e tempo, além de oferecer um banco de dados georreferenciado para prever riscos e estender o tempo de vida de cada árvore em benefício da qualidade de vida nas cidades.
fonte: http://www.rgdaarvore.net/news.php?id=16
ARBORIZAÇÃO EM MARINGÁ

Jornal Matéria Prima do Centro Universitário de Maringá - Cesumarhttp://www.jornalmateriaprima.jex.com.br/
por André Dias de Andrade e Flávia Fontes
O mundo enfrenta hoje, sérias conseqüências climáticas derivadas da devastação de grande parte da natureza pelo homem. Até mesmo cidades planejadas e arborizadas começam a sentir grandes mudanças.
Maringá encontra-se em situação privilegiada por possuir arborização urbana bem distribuída, mas mesmo sendo considerada a "cidade verde", ainda necessita de grande quantidade de árvores que possam filtrar o excesso de gases liberados pelos milhares de veículos que circulam pela cidade.
Segundo dados do IAP (Instituto Ambiental do Paraná) existem aproximadamente 150 mil árvores em Maringá, enquanto o Detran/PR (Departamento de Trânsito do Paraná) registra 96.415 mil automóveis. Isso corresponde à média de um carro para cada 3,3 moradores. Das 150 mil árvores, 30% encontram-se em estado sofrível e não conseguem filtrar o carbono, liberando-o na atmosfera, como demonstra o censo de 2005 feito pelo Instituto da Árvore, que é um projeto realizado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá), Prefeitura e Cesumar (Centro Universitário de Maringá).
"Os carros são os maiores geradores de carbono. Uma árvore recém-plantada já começa a criar absorção de carbono. Então enxergamos a árvore urbana como elemento certo, no lugar certo e na hora certa", diz Pablo Melo, um dos fundadores da ONG Tudo Verde.
Segundo ele, Maringá necessita de mais 100 mil árvores para se tornar ambientalmente sustentável. Juntamente com os demais integrantes da ONG, Melo realiza o programa RG da Árvore, que busca por meio de um registro de identificação fornecer todas as informações a respeito das árvores da cidade, o que torna possível o conhecimento dos dados de uma determinada árvore escolhida por um cidadão.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
QUE ÁRVORE PLANTAR NAS CALÇADAS?
Essa é sem dúvida a questão mais importante do plantio de árvores em ambientes urbanos. A escolha deve ser baseada em alguns aspectos práticos, para que consigamos escolher uma árvore que realmente satisfaça as nossas necessidades e melhore o ambiente, sem que prejudique as calçadas e arrisque nossa residência.Os principais aspectos a serem levados em conta estão listados a seguir:
a) tipo de raiz da planta – plantas de raízes superficiais e muito vigorosas são péssimas escolhas para o plantio em calçadas. As raízes das plantas podem arrebentar o concreto das calçadas, estourar tubulações, e até mesmo danificar a estrutura da casa. Evite ao máximo o plantio de espécies desse tipo, como o fícus ou o flamboyant;
b) resistência dos galhos da árvore – muitas vezes nos tentamos a plantar árvores de crescimento rápido, mas em geral, essas possuem galhos frágeis, que podem ser quebrados facilmente pelos ventos e chuvas, podendo ocasionar acidentes. Para evitar isso, não utilize espécies de crescimento muito rápido, como o flamboyant;
c) queda de folhas – se você não quer ter que varrer sua calçada muitas vezes, procure escolher espécies cujas folhas não caem em determinada época do ano. Dê preferência a árvores de folhas mais largas, que sejam de fácil retirada;
d) sombreamento – se você desejar um bom sombreamento da rua, utilize espécies com copa densa e ampla. Uma boa opção nesse sentido é o chapéu-de-sol;
e) obstrução de passagem – procure não utilizar espécies que possuam galhos muito baixos, ou que sejam arbustivas, pois elas normalmente não produzem sombreamento, além de atrapalharem a passagem de pedestres nas calçadas. Procure não utilizar espécies como a espirradeira, que além de inadequadas, são extremamente tóxicas;
f) clima da região – o clima da região é um fator importante. Algumas plantas de clima frio não se desenvolvem bem em climas quentes, e vice-versa. Procure se informar sobre a capacidade de adaptação da planta ao local de plantio;
g) tipo de frutos - muitas pessoas já tiveram a infelicidade de ter o vidro do carro quebrado por uma manga que caiu de um pé plantado na calçada. Além disso, há um perigo ainda maior de cair um fruto pesado e duro sobre alguém, podendo até mesmo levar a pessoa a óbito. Evite espécies como a sapucaia no plantio em calçadas;
h) toxidez - algumas plantas são muito tóxicas, além de atraentes para as crianças. Tome cuidado ao utilizar plantas que são tóxicas, já que seus efeitos podem ser desde queimaduras leves, até a cegueira ou mesmo à morte. Evite plantas como a espirradeira.
Com base nesses fatores, fica muito mais fácil escolhermos qual planta colocarmos em nossas calçadas.
Com base nesses fatores, fica muito mais fácil escolhermos qual planta colocarmos em nossas calçadas.
domingo, 25 de outubro de 2009
PLANTE UMA ÁRVORE VOCÊ TAMBÉM
Veja alguns dos motivos para você plantar não uma, mas várias árvores, e ajudar a natureza!Uma árvore adulta pode absorver do solo até 250 litros de água por dia. Imagine como elas poderiam ajudar para não ocorrerem tantas enchentes, das quais matam e deixam muitas pessoas sem casas! Junto com toda essa água absorvida, muitos nutrientes de matérias orgânicas (como as fezes dos animais) são absorvidos pelas raízes e transformados através da fotossíntese, em alimento para a toda a planta. Por sua vez, folhas, frutos, madeira e raízes servirão de alimento para diversos seres vivos. Os animais por sua vez, irão defecar o que comeram, e as folhas e frutos que não serviram de alimento caem no solo.Folhas, frutos e fezes de volta ao solo, e todo o ciclo recomeça.
A camada de folhas que se formam a baixo das árvores, servem de berço para as sementes, e para proteger o solo dos pingos da chuva. Cada pingo de chuva que cai diretamente no solo, causa erosão. A erosão do solo pode ser prejudicial em vários casos:
Em rios: A erosão leva terra e areia para o leito (fundo) do rio, fazendo com que o rio fique mais raso, com menor capacidade de guardar água, causando a falta de água nos meses de pouca chuva, além da morte dos peixes.
Para o Solo: A erosão leva embora as sementes que poderiam germinar e recompor a vegetação natural. Ou seja, solo desprotegido tende a continuar desprotegido.
Para os animais: A erosão pode levar embora ninhos de animais que os fazem no chão, e tampar os de diversos outros animais, matando os filhotes que estão dentro. Além do mais, sem vegetação e frutos para alimenta-los, eles vão embora ou morrem de fome.
Para os lençóis freáticos: Os solos sem vegetação, por não terem raízes e minhocas para deixa-lo fofo, não tem uma boa absorção de água. Além do mais, como não há barreiras para a água, ela vai embora rapidamente, não dando tempo para a água da chuva penetrar no solo. Com isso os lençóis freáticos secam, acabando assim com muitos rios e conseqüentemente com nossa água potável.
A copa das árvores também protege o solo da chuva direta, sem contar que suas raízes seguram firmemente o solo. As raízes de árvores que estão nas beira de rios, aparecem as vezes dentro do rio, parecendo cílios. Essas raízes além evitarem a erosão, servem de casa para muitos animais. Por causa destes cílios, a mata próxima aos rios é conhecida pelo nome de Mata Ciliar.
Uma árvore pode transpirar por suas folhas, até 60 litros de água por dia. Este vapor se mistura com as partículas de poluição do ar, e quando se acumulam em nuvens, caem em forma de chuva. Portanto, as árvores ajudam também na retirada de poluentes do ar! Além do mais, este vapor ajuda a equilibrar o clima da região. Isso é facilmente percebido em parques e floretas que tem seu clima mais fresco.
Outro ponto que podemos notar até mesmo em parques no meio de grandes cidades, é o silêncio! As árvores formam uma parede que impede a propagação dos ruídos. Cercas vivas estão sendo muito utilizadas hoje em dia para criar ambientes mais silenciosos e aconchegantes (além de bonitos).
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
DIA HISTÓRICO PARA A AMA.AJAN
Hoje, 22/10/09 é um dia muito importante para nós da Ama.Ajan. Neste dia, foram plantadas, simbolicamente, pelo prefeito de Maringá Silvio Barros, o secretário de serviços públicos Vagner Mussio, o diretor da Penitenciária Estadual de Maringá Coronel Eduardo Krevieski e as crianças da força verde, três mudas de árvores da espécie pau ferro, em frente à Delegacia da Polícia Federal em Maringá, localizada na Av. José Alves Nendo.O plantio destas árvores faz parte do programa “Carbono Zero” da Polícia Federal, em parceria com a Prefeitura Municipal de Maringá e a Penitenciária Estadual de Maringá que doou as 1000 mudas de árvores para este projeto.
O objetivo do programa é revitalizar áreas do município, deixar árvores plantadas para as gerações futuras, melhorar as condições ambientais através de práticas pedagógicas como essa, dentre outras.
Durante a solenidade, o prefeito de Maringá Silvio Barros lembrou do último temporal que assolou nossa cidade, onde os ventos que atingiram cerca de 100 Km/h e derrubaram dezenas de árvores.
Além destas três mudas (que foram plantadas simbolicamente) serão plantadas outras em toda a extensão duplicada da Avenida José Alves Nendo, assim como em outras regiões de nossa cidade.
James Simões de Brito presidente da Ama.Ajan
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
FOTOSSÍNTESE
Os seres fotossintetizantes, que não são apenas as plantas, são autótrofos, isto é, produzem seu próprio alimento.A fotossíntese é o processo pelo qual a planta transforma a seiva bruta em seiva elaborada - seu alimento!.
Ela ocorre na folha, utilizando gás carbono (CO2), água (H2O) e luz, transforma-os em carboidratos (C6H12O6) e oxigênio (O2), que é liberado na atmosfera. Apesar da glicose ser representada como carboidrato nas células fotossintetizantes, o produto mais imediato são carboidratos com 3 carbonos, conhecidos como trioses.
Ela ocorre na folha, utilizando gás carbono (CO2), água (H2O) e luz, transforma-os em carboidratos (C6H12O6) e oxigênio (O2), que é liberado na atmosfera. Apesar da glicose ser representada como carboidrato nas células fotossintetizantes, o produto mais imediato são carboidratos com 3 carbonos, conhecidos como trioses.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
COPEL DOARÁ MUDAS DE ÁRVORES ADEQUADAS À REDE ELÉTRICA
A Copel vai ceder mudas de árvores para que municípios paranaenses da sua área de concessão executem projetos de arborização usando espécies adequadas ao convívio com as redes elétricas. Para este ano, o Programa de Arborização Urbana da empresa já conta com 12 mil mudas prontas para plantio, de 17 espécies diferentes. Em 2008, serão 15 mil mudas, número que deve aumentar gradativamente até atingir 60 mil por ano, previsão que vale a partir de 2011. A área de concessão da empresa é integrada por 393 dos 399 municípios do Paraná.
Segundo o diretor de distribuição da Copel, Ronald Ravedutti, o objetivo do projeto é contribuir na melhoria da qualidade de vida da população urbana e aumentar a confiabilidade da distribuição de energia, incentivando o uso nos projetos de arborização de espécies capazes de conviver em harmonia com a rede elétrica, evitando acidentes e desligamentos.
O contato de árvores com a rede elétrica está entre as cinco principais causas de interrupções não programadas no fornecimento de energia no Paraná. Isso, sem contar as árvores antigas que, pela ação de temporais e ventos fortes, caem sobre os cabos provocando sérios danos. Com o tempo, o programa da Copel deverá reduzir ocorrências desse tipo, além de diminuir a necessidade de podas na copa de árvores já adultas.
Segundo o diretor de distribuição da Copel, Ronald Ravedutti, o objetivo do projeto é contribuir na melhoria da qualidade de vida da população urbana e aumentar a confiabilidade da distribuição de energia, incentivando o uso nos projetos de arborização de espécies capazes de conviver em harmonia com a rede elétrica, evitando acidentes e desligamentos.
O contato de árvores com a rede elétrica está entre as cinco principais causas de interrupções não programadas no fornecimento de energia no Paraná. Isso, sem contar as árvores antigas que, pela ação de temporais e ventos fortes, caem sobre os cabos provocando sérios danos. Com o tempo, o programa da Copel deverá reduzir ocorrências desse tipo, além de diminuir a necessidade de podas na copa de árvores já adultas.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
AINDA BEM QUE NÃO MORREU NINGUÉM
Queda de árvores custa R$ 420 mil por ano em indenizações.Este ano, a Prefeitura Municipal já desembolsou R$ 25 mil, mas ainda há muitos processos tramitando.
O comerciante Clóvis Rizzo estacionou o Vectra na Rua Bragança, Zona 7 de Maringá, às 6 horas da manhã desta terça-feira (8), para abrir a padaria. Cinco minutos depois ouviu um barulho de algo despencando, seguido pelo alarme do carro. Saiu na calçada e colocou a mão na cabeça. Uma sibipiruna havia acabado de tombar em cima do Vectra. Quebrou o para-brisa, arrancou o retrovisor elétrico, amassou o capô e arranhou as laterais.
FONTE: O Diário de Maringá
Alguma coisa tem que ser feita. Uma tragédia está sendo anunciada há tempo. Quem serão os responsáveis?
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
UNIDADE DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
Maringá possui várias unidades de conservação ambiental. A preocupação ecológica para com a cidade foi retratada pelo arquiteto Jorge Macedo Vieira, com o desenho de três áreas ecológicas localizadas no perímetro urbano, duas delas propositadamente desenhadas na forma de (*) pulmão que são:
1. (*) Horto Florestal Dr. Luiz Teixeira Mendes;
2. (*) Bosque Tupinambá ou Bosque Dois
3. Parque do Ingá.
Além desses, a cidade conta com mais 14 bosques, totalizando 17, com mais de 100 alqueires de matas nativas que, somadas as milhares de árvores em suas ruas, praças e avenidas, proporcionam 26.65m² de área verde por habitante. Daí sua designação de CIDADE VERDE.
Fonte: Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo
1. (*) Horto Florestal Dr. Luiz Teixeira Mendes;
2. (*) Bosque Tupinambá ou Bosque Dois
3. Parque do Ingá.
Além desses, a cidade conta com mais 14 bosques, totalizando 17, com mais de 100 alqueires de matas nativas que, somadas as milhares de árvores em suas ruas, praças e avenidas, proporcionam 26.65m² de área verde por habitante. Daí sua designação de CIDADE VERDE.
Fonte: Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo
ÁRVORES EM MARINGÁ
Espécies de árvores plantadas nas principais avenidas e praças de Maringá
Esse projeto ficou pronto em 1947 e em 1949 a Companhia Melhoramentos, convidou o renomado paisagista Dr. Luiz Teixeira Mendes, para arborizar Maringá.
Dr. Luiz, agrônomo aposentado, profundo conhecedor de Botânica e Silvicultura, com larga experiência no ramo, não precisou colocar no papel suas idéias, ou fazer um projeto prévio. Para isso, valeu-se apenas de seus conhecimentos, adequando a cada avenida, rua e praça um tipo de essência, de acordo com a largura das mesmas e o porte da espécie.
E assim, hoje temos uma diversificada vegetação em nossa cidade, oferecendo um espetáculo colorido, cada qual florescendo ao seu tempo. Atualmente estão plantadas cerca de 80.000 (oitenta mil) árvores, divididas em 80 (oitenta) espécies tais como:
Fonte: Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
MARINGÁ PENSADA COMO JARDIM

O plantio das Palmeiras Imperiais, na Av. Getúlio Vargas, foi feito em 1952, quando da inauguração do Cine Maringá.
Desde o início da Colonização da cidade, a grande preocupação da Cia Melhoramento Norte do Paraná, era com relação à arborização da mesma e preservação de reservas florestais, tais como o Parque do Ingá (Bosque I) e Bosque Tupinambá (Bosque II), num total de 1.067.700m2 (um milhão, sessenta e sete mil e setecentos metros quadrados) de vegetação nativa. Tal preocupação levou a Companhia a contratar os serviços do paisagista Dr. Luiz Teixeira Mendes, que aqui permaneceu de 1949 a 1954. Em 1952, a Companhia, contratou o agrônomo Dr. Aníbal Bianchini da Rocha, que passou auxiliar o Dr. Luiz.
Durante muitos anos a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná se encarregou da arborização da cidade. As mudas foram adquiridas da Secretaria de Agricultura de São Paulo, da Escola Superior de Piracicaba e do Instituto Agronômico de Campinas, sendo cuidadosamente examinadas por dois técnicos, que primavam pela qualidade das mesmas.
A Companhia se encarregava da compra das mudas, do seu plantio, de sua rega, feita com seu caminhão tanque e até os gradils para protegê-las eram feitos na serraria da própria Empresa. Todo esse serviço, oferecido gratuitamente pela CMNP ficava a cargo de uma equipe de funcionários, sob a orientação técnica do Dr. Luiz e posteriormente do Dr. Aníbal.
Durante a 1ª gestão do Dr. João Paulino, a medida em que a Prefeitura ia se estruturando, essa responsabilidade passou para uma equipe de funcionários, formando, assim, um departamento de parques e jardins, ficando só a orientação técnica a cargo da CMNP.
O crescimento da cidade foi tornando os viveiros do Horto Florestal, insuficientes para atender a demanda e a Prefeitura, então, passou a comprar mudas de outros locais para a formação e manutenção de seu próprio viveiro.
Fonte: Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo
Assinar:
Postagens (Atom)





